quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
RECESSO DE FINAL DE ANO
A Secretaria Municipal de Educação estará de recesso entre 26 de dezembro a 30 de dezembro de 2011, conforme decreto do Prefeito Felipe Dias.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb)
Começa nesta segunda-feira, 7, em todo o Brasil, e vai até o dia 18 próximo, a aplicação das provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), de acordo com a data especificada para cada escola. Cerca de 6,2 milhões de estudantes de 71 mil unidades de ensino públicas e particulares participam da avaliação, em 5.538 municípios. Os resultados serão divulgados em julho do próximo ano.
Realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), o exame é composto pela Avaliação Nacional do Rendimento Escolar (Anresc), nacionalmente conhecida como Prova Brasil, e pela Avaliação Nacional da Educação Básica (Aneb). O objetivo das provas é aferir a real situação do sistema educacional brasileiro a partir da avaliação de desempenho dos estudantes e fazer o levantamento de informações sobre escolas, professores e diretores.
A Prova Brasil é aplicada em escolas públicas urbanas e rurais que tenham no mínimo 20 estudantes matriculados no quinto e no nono anos (quarta e oitava séries) do ensino fundamental. A Aneb avalia as redes pública e particular de ensino e abrange o terceiro ano do ensino médio. Nesta edição do Saeb cerca de 1,9 mil escolas particulares participam da avaliação.
Atendimento, por etapa | |||
Etapa | Escolas | Turmas | Alunos |
| 5º ano (4ª série) | 48.884 | 114.517 | 3.092.502 |
| 9º ano (8ª série) | 38.225 | 96.510 | 2.960.950 |
| 3ª série do ensino médio | 2.141 | 3.062 | 123.403 |
| Total | 70.140 | 214.090 | 6.176.855 |
Especial — O Inep realizará também, no mesmo período, a edição especial da Prova Brasil direcionada aos municípios que reúnem pelo menos dez matrículas no quinto ano, mesmo que os estudantes estejam distribuídos em várias escolas. Dessa forma, o Inep atende pedido da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). A edição especial permitirá a inclusão de maior número de municípios no índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb), criado em 2007 para aferir a qualidade do ensino oferecido e usado em várias políticas públicas do Ministério da Educação.
A adesão à edição especial é firmada por meio de assinatura de termo de compromisso. Com o apoio da Undime, mais de 250 municípios já fizeram a adesão.
A participação no exame dispensa inscrição. A partir dos dados coletados por meio do Censo Escolar, o Inep seleciona automaticamente as escolas. No dia das provas, estudantes, professores e gestores respondem a questionários socioeconômicos.
Provas — Cada prova do Saeb é constituída por dois blocos de língua portuguesa e dois de matemática. Os estudantes do quinto ano respondem a 22 questões de língua portuguesa e 22 de matemática. Os do nono ano, a 26 de cada disciplina. Esse número de questões é aplicado também aos estudantes do terceiro ano do ensino médio.
As escolas participantes recebem boletim de desempenho com os resultados das séries avaliadas. Os resultados de cada unidade escolar são liberados para consulta pela internet, na página eletrônica do Inep. Como o alvo da avaliação é a unidade de ensino, não são divulgados resultados ou emitidos certificados de desempenho individual dos estudantes. As escolas que participam da Aneb não recebem resultados por unidade de ensino, mas as notas contribuem para gerar os resultados agregados por dependência, município, estado e Brasil.
Assessoria de Imprensa do Inep
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Formação pela Escola
Durante os dias 18, 19, 20 e 21 de outubro o Coordenador de Informática da Secretaria Municipal de Educação de Orizona, Maurílio de Sousa Filho, participou do Encontro para Formação de Tutores para o Programa Formação pela Escola, em Goiânia – GO.
O Programa Nacional de Formação Continuada a Distância nas Ações do FNDE – Formação pela Escola – visa fortalecer a atuação dos agentes e parceiros envolvidos na execução, no monitoramento, na avaliação, na prestação de contas e no controle social dos programas e ações educacionais financiados pelo FNDE. É voltado, portanto, para a capacitação de profissionais de ensino, técnicos e gestores públicos municipais e estaduais, representantes da comunidade escolar e da sociedade organizada.
O programa tem como propósito contribuir para a melhoria da qualidade da gestão e fortalecimento do controle social dos recursos públicos destinados à educação. O programa consiste na oferta de cursos de capacitação, em que os participantes conhecem os detalhes da execução das ações e programas da autarquia, como a concepção, as diretrizes, os principais objetivos, os agentes envolvidos, a operacionalização, a prestação de contas e os mecanismos de controle social. Com isso, busca-se estimular a participação da sociedade nessas ações.
Em virtude da abrangência territorial do país e do grande número de pessoas envolvidas nessas ações, os cursos são oferecidos na modalidade a distância, como forma de potencializar os esforços de formação continuada dos diversos atores envolvidos na execução de programas do FNDE. Até 2005, as capacitações eram feitas exclusivamente de maneira presencial, o que representava o atendimento de um público menor e maiores gastos com a mobilização e transporte dos cursistas e de técnicos do FNDE até as cidades-polo.
Em breve a Secretaria Municipal de Educação de Orizona abrirá o edital para formação de turmas para os cursos oferecidos pelo Programa Formação pela Escola.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Ministro da Educação quer ampliação da carga horária nas escolas
O Ministério da Educação iniciou um debate com secretários estaduais e municipais de educação que promete levantar muitas polêmicas. De acordo com o ministro Fernando Haddad é preciso ampliar a carga horária de estudo das crianças e dos adolescentes brasileiros. Para ele, não importa se os estudantes tiverem mais aulas por dia ou se a quantidade de dias letivos for ampliada. “A ideia é aumentar o número de horas por ano que a criança fica sob responsabilidade da escola”, afirmou.
Haddad afirmou que o tema começou a ser trabalhado internamente pelo MEC após a divulgação de um estudo do pesquisador do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (IETS) Ricardo Paes de Barros. Na pesquisa, ele demonstrava que a melhoria da qualidade de ensino e desempenho educacional dos estudantes estava diretamente ligada à quantidade de conhecimento ao qual ela era exposta ao longo da vida. A conclusão era a de que, no Brasil, essa exposição era muito baixa.
“Começamos a observar o número de horas por ano que a criança passa na escola no mundo e comparar com o Brasil. Temos quatro horas diárias e sabemos que, na prática, é menos. Temos de ampliar isso”, ressaltou. Segundo o ministro, as propostas estão sendo discutidas com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).
As possibilidades em questão seriam a ampliação da carga horária diária, podendo antecipar as metas do programa Mais Educação – programa que prevê a oferta de atividades optativas aos alunos no horário contrário das aulas – de levar essas atividades a 32 mil escolas até 2014, ou aumentar o número de dias letivos para 220 ao ano. Hoje, a carga horária das escolas é de 800h anuais divididas em 200 dias letivos.
Para o presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE), Francisco Aparecido Cordão, a ampliação da carga horária de estudos é uma boa proposta. Ele lembra que o Brasil já teve 820 horas mínimas de atividades escolares anuais na década de 1960, que foi reduzida na década seguinte. “Nós perdemos isso. Temos uma das menores cargas de trabalho nas escolas do mundo”, lamenta.
Na opinião de Cordão, a prioridade deve ser dada à ampliação da educação integral. “Mas eu defendo um currículo escolar tratado de maneira integrada de fato, com pelo menos sete horas de atividades diárias. Para isso, no entanto, temos de pensar na formação e na valorização dos professores e garantir que todos os estudantes – quilombolas, indígenas, portadores de deficiências – de todas as regiões tenham direito ao aprendizado”, afirma.
Discussões preliminares
De acordo com o ministro, as condições de infra-estrutura das escolas e a ampliação dos programas complementares, como a alimentação escolar, estão sendo analisadas pelos secretários para que as melhores saídas sejam encontradas para cada caso. “Vamos recolher os subsídios e, considerando isso, ampliamos o número de horas mantendo os 200 dias letivos ou, se houver alguma impossibilidade em função da infra-estrutura dos colégios, aumentamos o número de dias letivos. Vamos aguardar para ver, mas não são propostas excludentes”, disse.
Haddad garantiu, porém, que o ministério não vai mandar nenhum projeto de lei ao Congresso Nacional antes que um consenso entre as entidades que terão de “executar a medida” seja encontrado. Se aprovada, a medida contemplaria um prazo para adequação das escolas.
A Comissão de Educação do Senado Federal, no entanto, aprovou em maio deste ano, um projeto de lei que aumenta a carga horária mínima para a educação infantil, o ensino fundamental e o médio de 800h para 960 h anuais. Na discussão dos senadores, não houve previsão de quanto custaria essa ampliação. A matéria está na Câmara dos Deputados para apreciação.
Autor: IG Educação
Data: 13/9/2011
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